poema da espera
o céu é de um azul brilhante, lindo quase eterno e debaixo dele eu tento
encontrar algo bom pra derramar o meu sangue. pensamentos caem como as
folhas verdes do ipê em frente a minha janela que no final do inverno ficam
brancas como flocos de neve e servem de abrigo para esses olhos cansados.
eu matei o mensageiro dos ventos que com seu toque agudo insistia em me
trazer lembranças encondidas atrás das montanhas. meu amor é sombrio como
as profundezas do mar azul, nem mesmo o sol pode vencer tamanha escuridão.
lá eu espero pelo toque divino que nos transformará em pássaros, porque
hoje o ar que precisamos pra viver é o grilhão que nos prende a esse mundo.
respiramos pra viver e vivemos sem saber o que se esconde atrás da curva de
nossos olhos. eu quero entrar com você na eternidade e descobrir as
verdades que Deus esconde no silêncio. cada pessoa é uma canção que toca
sem parar dentro da minha cabeça, a sua carrega o ar melancólico dos
solitários e o espirito livre dos viajantes. quando me perdi pela primeira
vez no labirinto do teu sorriso percebi que não precisava mais buscar a
cura da minha doença. eu poderia morrer feliz bem ali debaixo da sombra do
teu olhar e levaria pro mundo dos mortos, escondido no bolso falso do meu
casaco, a lembrança iluminadora de sua presença. se olharmos do alto talvez
vejamos o que realmente somos, estrelas cadentes que brilham por uma fração incontável
de tempo, no escuro céu desse universo eterno.
encontrar algo bom pra derramar o meu sangue. pensamentos caem como as
folhas verdes do ipê em frente a minha janela que no final do inverno ficam
brancas como flocos de neve e servem de abrigo para esses olhos cansados.
eu matei o mensageiro dos ventos que com seu toque agudo insistia em me
trazer lembranças encondidas atrás das montanhas. meu amor é sombrio como
as profundezas do mar azul, nem mesmo o sol pode vencer tamanha escuridão.
lá eu espero pelo toque divino que nos transformará em pássaros, porque
hoje o ar que precisamos pra viver é o grilhão que nos prende a esse mundo.
respiramos pra viver e vivemos sem saber o que se esconde atrás da curva de
nossos olhos. eu quero entrar com você na eternidade e descobrir as
verdades que Deus esconde no silêncio. cada pessoa é uma canção que toca
sem parar dentro da minha cabeça, a sua carrega o ar melancólico dos
solitários e o espirito livre dos viajantes. quando me perdi pela primeira
vez no labirinto do teu sorriso percebi que não precisava mais buscar a
cura da minha doença. eu poderia morrer feliz bem ali debaixo da sombra do
teu olhar e levaria pro mundo dos mortos, escondido no bolso falso do meu
casaco, a lembrança iluminadora de sua presença. se olharmos do alto talvez
vejamos o que realmente somos, estrelas cadentes que brilham por uma fração incontável
de tempo, no escuro céu desse universo eterno.

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